terça-feira, 26 de junho de 2012

1º Guaíba Moto Fest


Depois de uma prova de álgebra, fui me encontrar com o resto da tropilha no posto da PRF logo após a ponte do Guaíba, para rumarmos em direção a cidade de Guaíba para o 1º Moto Fest.
A cidade de Guaíba é um município da região Metropolitana de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul e é banhada pelas águas do Lago Guaíba.
Chegamos e fomos direto para a tenda da Irmandade sem fronteiras, onde fomos recepcionados por uma churrasqueira entupida de carne e pilotada pelo Ferreira.
Recepção essa que foi dada a todo o pessoal da Irmandade que ia chegando e aos amigos que estiveram presentes na nossa tenda.
Deixo aqui os parabéns da Tropilha à dupla de irmãos e todos aqueles que de uma forma ou outra ajudaram para que tivéssemos nosso porto seguro.
A estes que fizeram todo o possível para recepcionar todo mundo da melhor maneira possível, parabéns...
Nessa tenda conhecemos alguns que ainda não tínhamos visto, reencontramos amigos e podemos dar um abraço naqueles que vieram de longe inclusive de outros países.
Durante o dia e a noite de sábado transcorreu a base de ceva e carne gorda e cenas dantescas como a que protagonizei transportando a barraca sem desmontar, assim transitando pelo pátio do evento.
A tarde teve o passeio pela cidade e a homenagem a nosso irmão Nairo Vidal, onde esteve presente sua esposa Cleia e seu filho Jonathan.
À noite mais churrasco e mais ceva e ainda a festa com a gurizada dos indomáveis (Epicuro, Moacir) e mais uma galera que junto fomos quase os últimos a abandonar o lonão, tomando um capeta às 2 da manhã.
Uma ressalva para a churrasqueira que foi acesa de manhã e encerrou seus serviços por volta da meia noite, nesse sábado a coitada trabalhou...
Domingo Dom Roberto e Dom Diego resolveram madrugar e sair às oito da manhã como estava marcado um churrasco fiquei até o pessoal que estava em hotel ou até mesmo na cidade voltar para o evento.
No final o churrasco foi transferido para a casa do Roberto Grando, outro baita cara, outra recepção digna de rei, ele e sua esposa como de costume nos receberam magnificamente e o meu regime da semana foi pro espaço.
No final da tarde acompanhando (ou atrasando) o Ademar e a Mariza me desloquei à cidade de Alvorada para meu berço que ansiosamente estava me esperada.
Até a próxima e como foi dito varias vezes:

VAMOS RODAR LIVRES...



domingo, 27 de maio de 2012

Distribuição dos Brindes

E ai gurizada?
Segue abaixo o video feito pelo Roberto Lefebvre na distribuição dos brindes em nossa festa de aniversário.
Distribuição essa que se tornou possível graças a doação dos livros e camisetas por parte dos senhores: Marcelo Benvenutti (Benvenutti Assessoria Contábil ) e as camisetas fornecidas pelo Sr. Eduardo Manentti (Edu Bordados Computadorizados).
Nosso muito obrigado a todos que lá estiveram....


Mauro Anselmo




terça-feira, 22 de maio de 2012

TROPILHA VELHACA E BULDOGS NA ESTRADA


As 4 horas e 30 minutos da madruga, Tropilhas Kansas e Buldogs Speed estão saindo pra estrada, ainda é noite escura. 
Direção sul do estado, mais especificamente para a cidade de Dom Pedrito. 
Representando os Buldogs o Sr. Ratão e o representante da Tropilha Sr. Lefebvre. 
Os outros membros dos MGs amarelaram, ficaram com medinho de encarar a estrada. 
Pegamos um trecho com cerração, mas nada de mais. 
Existem dois tipos de passeio, com emoção e sem emoção, o nosso é com emoção. 
E não se preocupem tem mais emoção ao longo da viagem, tínhamos metas e horários nada rígidos a cumprir. 
A 1ª meta era chegar a Pântano Grande até o raiar do sol e conseguimos 1ª parada para descanso foi no pedágio do município. 
Uma rápida parada para fazer um pips esperto e tocar a viagem, nisso o sol já estava despertando nas nossas costas, mas continuava frio. 
Neste 2° trecho dois momentos inesperados, Ratão estava perto do acostamento e havia um desnível, não deu outra a roda da frente caiu e se não estava esperto Ratinho no chão. 
Mas felizmente nosso intrépido piloto teve sangue frio e conseguiu controlar seu veiculo. 
Alguns quilômetros depois eu, Lefebvre também fui conhecer o acostamento, só que dormi e a motoca se foi para direita, mas graças ao desnível que tinha acordei e foi a minha vez de ter sangue frio e ficar esperto consegui acordar a tempo e puxar a motoca para pista. 
Ratão assustado fez sinal para parar e perguntar o que houve: 
- Dormi! Respondi. 
Depois do susto resolvemos parar num para douro para tomar um café, jogar uma água no rosto e porque não descansar mais um pouco, afinal é uma viagem longa e cansativa. 
Mas viajar de moto é sempre bom, só quem tem moto e põe ela na estrada sabe o prazer que é rodar com a motoca, o vento no rosto, e um motociclista nunca vai perguntar se falta muito pra chegar ao destino. 
O destino é só uma desculpa pra andar com sua companheira de duas rodas. 
Durante a semana a nossa amiga Celeste tinha dito, “abasteça no último posto que fica a esquerda antes de pegar a estrada para Bagé.
” E o que foi que os dois abobado fizeram, abasteceram no último posto a direita que ficava uns três quilômetros antes da entrada da estrada para Bagé. 
Mas tudo bem rodando e aprendendo. 
Nesta estrada nada de mais aconteceu, só que é uma estrada chata, só tem campo e mais campo, de vez enquanto aparece um gado um rebanho de ovelhas. 
Depois de 250 quilômetros chegamos a Bagé onde paramos para descansar de novo e tirar fotos no pórtico, turista né, tira foto de tudo que vê. 
Bem de Bagè até Dom Pedrito mais 70 quilometros, não tem nada vamo embora mano a estrada nos chama. 
Depois de longos 70 quilometros chegamos ao nosso destino, 4° Festival Motociclistas de Dom Pedrito – RS, Moto Grupo Rota 293. 
Bem 1° onde estava o evento, achamos na praça da cidade. 2° onde fica o camping do evento, achamos é do lado da delegacia da cidade, 3° passo, montar acampamento, 4° onde nos íamos almoçar, pois já é 14h e ainda não almoçamos. 
Depois de pesquisar que os restaurantes estavam fechados, o que fazer, comer um lanche, foi o pior lanche que fizemos, um X tudo, Alface, cebola, ovo e a carne, não, melhor dizendo, guizado na chapa. Nunca tinha visto isso o X é com guizado e não com a carne prensada. 
Mas o guaraná estava bom.
Depois de dar uma volta pelo evento resolvemos voltar para o camping e descansar um pouco. 
Depois de um bom soninho estávamos pronto pra o evento. Depois do banho, voltamos a praça e qual era a preocupação, onde vamos jantar. 
Problema resolvido, por R$15,00 jantamos no evento mesmo e registramos os nossos MG e com isso ganhamos um troféu de participação. Ratão pelos Buldogs e Lefebvre pela Tropilha. 
Depois da janta demos uma olhada nas lojinhas, encontramos os amigo e voltamos pro acampamento. 
Não quisemos participar do baile. 
No acampamento conversamos um pouco com o pessoal e berço, no outro dia tínhamos a viagem de volta. Dormia como um anjinho e pelas 3h da manhã o pessoal que foi ao bate coxa estava chegando, só que pensavam que ainda estavam na festa, em outras palavras, acordaram o pessoal do acampamento. 
Mas os seguranças deram um jeito na situação rapidamente. 
Eu tive o azar de pegar um casal feliz, queriam e fazer coisinhas na barraca, o lesco lesco. 
Que raiva, quero dormir, vão pra casa, para um motel sei la mas me deixem dormir. 
Já dom Ratão tinha um vizinho tri, roncava e soltava outros sons de odor desagradáveis. 
E assim foi a nossa noite. 
Mas quando o soninho pegou não vi mais nada, pelas 5h da madruga acordamos, desmontamos acampamento, caregamos as motos com a bagagem e partimos em direção a Pelotas. 
Dom Pedrito a Pelotas 260 quilometros. 
Pra variar estrada era a mesma monotonia, de um lado campo e do outro mais campo e na nossa frente o sol se acordava e a noite ia se deitando. 
E debaixo do capacete a mente gritava por um café. 
Não havia um posto, um buteco de estrada, só tinha o nada na estrada. 
Eu só queria um café da manhã, depois de rodar mais ou menos uns 50 quilometros paramos num bar de posto, que cafezinho mais ruim e o pastel que pegamos para comer deu pra engulir. 
Mas como disse lá no inicio é um passeio com emoção, aventura MANO. 
Rodamos mais uns quilometros e chegamos a terra de Dom Mauro, Pelotas. 
Abastecemos as motocas, tomamos uma água e partimos em direção ao Grill, no município de Cristal, ali nos paramos de verdade, para almoçar, na verdade fizemos um lanche demorado, bem devagar, sem presa.
Depois de uma hora e meia, mais ou menos, voltamos para a estrada. 
Andamos até a Casa das Cucas, dali faltava pouca para chegar em casa, 65 Km. 
Nesta brincadeira foram dois dias e 1.000 Km de chão rodados. 
Mas foi um bom passeio, a distancia, que distancia, o passeio tava muito bom, ótimo. 
E assim foi nosso fim de semana. 
Motociclista vive a vida os outros sobrevivem na vida, ficam em casa vendo Faustão e tomando chazinho, coisa mais sem graça. 
A vida é pra viver, se for na estrada é muito bom junto dos motoparceros.

Roberto Lefebvre





domingo, 6 de maio de 2012

1º ENCONTRO NACIONAL DE MOTOCICLISTAS de VIAMÃO/RS


Nesse fim de semana estivemos na cidade de Viamão/RS, pára o 1º Encontro Nacional de Motociclistas de VIAMÃO, evento organizado pelo NAJA MC, facção Viamão, RS.
Este evento ocorreu duante os dias 04,05 e 06 de Maio de 2012, o local do evento foi na RS 040, Km 48, CTG Capão da Porteira.
Fizemos um bate volta ligeirinho, mas foi o suficiente para abraçar o Henrique e rencontrar figuras como Ferreira (ISF), Carlinhos, Táta (Indomáveis), César (Isf), Gisa, Epicuro e outros tantos que lá estavam acampados.
E também serviu para o Lisandro rodar um pouco com nós grande camarada e esperamos que ele ingresse as fileiras da Tropilha.
Parabéns ao pessoal do NAJAS de Viamão e ao pessoal que veio de São Paulo para ajudar na festa, ficamos pouco tempo, mas foi suficiente para ver o esmero e carinho com que recepcionavam o pessoal que chegava. E prever o sucesso da empreitada.
Agora é aguardar a próxima oportunidade de botar as motoca na estrada.....

Mauro Anselmo


                                          Nossas motas em ordem, Lefbvre, Mauro, Sergio, Diego e Lisandro.

Diego, Eu, Lisandro e Sergio, Dom Roberto tirou a foro

terça-feira, 1 de maio de 2012

Parabéns para todos nós...



Pois é já se passou um ano desde o Mar e moto de 2011, onde “os três patetas”, decidiram numa rodada de chimarrão criar a tropilha velhaca.
Por incrível que pareça não estávamos bêbados, como muitos afirmam, estávamos tomando chimarrão.
Nesse curto espaço de tempo, muito ocorreu, amizades foram fortalecidas, estradas foram percorridas e grandes amigos foram perdidos.
E cada vez mais pra mim fica provado, “VIVA”, não se sabe o amanhã.
A única coisa que levamos dessa vida serão as amizades que fizemos, e o modo como nos portamos perante o outro.
Pra comemorar esse primeiro ano, nos reunimos no restaurante “paisano”, na av Benjamin Constant, 1460 restaurante especializados na culinária gaúcha.
Lá estiveram pra comemorar com nós muitos motociclistas da Irmandade Sem Fronteiras, outros que desejam entrar para a tropilha e pessoas que não tem moto, mas tem a alma da estrada o que é mais importante afinal de contas.
Não citarei nomes, em primeiro lugar pra não esquecer nínguem e  em segundo porque tinha mais gente que eu gostaria de ter convidado, mas o nosso “caixa” não permitia e o espaço também não.
Agradeço a todos que foram, nosso muito obrigado, a presença de vocês foi muito importante pra nós, vocês não imaginam a cara de espanto dos guris quando contei que tinham 38 convidados confirmados.
Agradeço também ao pessoal do restaurante que prontamente abriu as portas para nos receber, o tratamento nos dado foi impar.
Encerro pedindo desculpas por algum erro que tenhamos cometido, um eu tenho certeza,  acredito que alguém tenha saído com fome, pois acho que foi pouca carne.
E agradecer as pessoas que cederam os brindes que deram um toque especial na festa, o Sr. Marcelo Benvenutti e Eduardo Manentti que doaram livros e camisetas para serem sorteados durante a festa.
Mas em fim vamos a luta tudo deu certo, boas estradas pra todo nós e nos vemos por ai.
E a próxima é em Bagé, vamos “derrubar” o cafofo do Silvério, hahahahahah


segunda-feira, 16 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DA IRMANDADE SEM FRONTEIRAS.

Esse fim de sema se realizou na cidade de São Lourenço/RS o Aniversário de um aninho da Irmandade Sem Fronteiras.
Como o Roberto Lefebvre e o Sergio Oliveira não puderam ir por motivos particulares, combinei com o pessoal de nos encontrarmos na PF logo aos a ponte do Guaíba.
 A duas da tarde de sexta feira, já estava lá.
Serginho, Tatá Nadadendu, Maverick e o Bebê.
Como a minha moto era a mais “rápida” do bonde, foi decidido que eu puxaria o grupo e lá se fomos nós 116 a fora, na incrível velocidade de 80/90 por hora.
Agradeço aos guris pela cooperação e compreensão hahahhaha.
Em Camapuã o Maverick nos abandonou, pois ia pernoitar na cidade.
O tempo sempre com cara de poucos amigos, mas chegamos secos ao local do evento.
Certa feita escrevi, que o encontro que houve em São Lourenço o ano passado dificilmente seria suplantado, POIS FOI.
Sem palavras para descrever o empenho do pessoal encarregado da organização, estes pouco aproveitaram a festa, pois estavam envolvidos nos detalhes para o bom desenrolar da da mesma.
O sábado amanheci com um gosto de “cabo de guarda chuva na boca”, não sei por que, acho que a azeitona da janta me fez mal.
E a estrela da previsão apareceu, chuva, muita chuva, e assim transcorreu o dia inteiro, mas isso não foi empecilho para alguns bravos que botaram a cara na chuva, seja de moto ou de carro, não quiseram saber e pra Pérola da Lagoa se tocaram.
Conheci alguns irmão pessoalmente e revi os mais antigos, na noite a festa literalmente bombou com muita musica, sorteios de brindes, janta, esta magnífica por sinal, e os últimos a encerrar a festa foram os Kakinhos e os infantes varrendo o salão de baile abaixo de xote e vanera, eita galera pé de valsa essa.
Depois me fui ao berço pois domingo tinha a viagem de volta
A qual teve o pequeno problema do Tiago Abdala que teve o pneu traseiro de sua intruder furado.
Com a ajuda do pessoal de Rio Grande conseguimos ir atrás de borracheiro, Solucionado o problema da moto do Abdala, pegamos a estrada de volta pra terrinha como na ida Maverick foi até Camaquã e no retorno de acesso a cidade se despediu de nós.
Durante toda a viagem céu de brigadeiro, valeu pessoal obrigado a todos e até a próxima, que talvez seja Dom Pedrito.



domingo, 8 de abril de 2012

Confraternização de sábado.

Ontem aqui em casa (07/04/2012), reunimos a “tropilha velhaca” para um churrasco regado a várias latas do mais puro suco de cevada (bemmmm gelada).
O mote era aproveitar a vinda do Sergio Luis a Porto Alegre para confraternizar e fazer os acertos sobre o nosso aniversário e a ida a São Lourenço, para a festa de aniversário da Irmandade Sem Fronteiras.
Estiveram presentes
Eu ( Mauro Anselmo)
Roberto Lefebvre e sua esposa Rosane.
Ronaldo e sua esposa Cristiane.
Sergio Luis.
Ziva ( minha cachorra e mascote do grupo).
No fim não decidimos nada só comemos, bebemos e matamos a saudade um dos outros.
Até semana que vem em São Lourenço.



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Um toque de silencio...

Na quinta-feira entre um carrinho e outro de concreto para a minha futura área de churrasqueira resolvi descansar um pouco e abrir meus e-mails.
Quando via a noticia achei que era uma brincadeira sem graça, mas foram chegando mais e mais emails confirmando a triste noticia, o Nairo Vidal havia falecido.
Depois do choque comecei a procurar informações e repassei aos companheiros Sergio Luis e Roberto Lefebvre a triste noticia.
Conheci o Nairo e sua esposa Cleia no 9º Motoshow em Pelotas em 2010, na famosa história das garrafas de vinho quebradas na barraca dele.
Nesse curto período, posso dizer que fizemos uma boa amizade, nos encontrando em encontros motociclisticos, festas do Cilindradas e nossos aniversários.
Encontros estes sempre regados a churrasco, cerveja e muita risada.
Uma vez fizemos um churrasco em sua casa em Guaíba, infelizmente não conseguimos fazer um lá em casa.
Eu sempre adiando querendo melhor isso ou aquilo para poder receber os amigos e não me dava conta que o importante era fazermos uma carne juntos.
Resumo da ópera, o patrão lá de cima requisitou meu amigo antes do tempo.
Eu o conhecia a pouco mais de dois anos, mas senti como sentiria a partida de um amigo mais antigo.
Uns dizem que “Deus sabe o que faz”, outros que “ele esta num plano melhor”, me desculpem eu não consigo ser assim tão complacente e religioso.
Eu sou possessivo, digam isso e aquilo mas eu preferia que meu amigo estivesse aqui, churrasquendo com nós e cruzando esse mundão de Deus com sua motocicleta.
Por isso a deixo meu abraço a família, pricipalmente a Cleia e ao Jonathan, ressalto a atuação do Édison (Kakinhos) e do André Bloss ( Infantes ) na assessoria a família, estes foram impares.
Quando quiserem falar de irmandade, desprendimento lembrem destes dois.
Ao pessoal que veio de longe (Claudião, Canibal, Bólico) e outros que não lembro agora, mando um abraço, a quem não pode ir e ficou de longe acompanhando em orações outro mais apertado ainda..
Nós aqui da “TROPILHA VELHACA` todos membros da “ISF” ficamos aqui chorando a partida precipitada de um amigo.


domingo, 22 de janeiro de 2012

NO FIM DO MUNDO

E ai gurizada abaixo segue o endereço do Blog onde o casal Guilherme e Karem estarão atualizando as noticias de sua viagem até o Ushuaia.

http://guiekarenrumoaoushuaia.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

GUIA DE ESTRADA

Andar em grupo não é muito fácil. Por isso desenvolvemos alguns códigos e posturas para facilitar as viagens.

A seguir vamos descrever os sinais, códigos e atitudes que deverão ser tomadas por todos para facilitar a comunicação na estrada e bom andamento e segurança do grupo. 

O mais importante de tudo é cada um cuidar de quem está atrás. O uso do espelho retrovisor é fundamental SEMPRE.
Fazendo isso você verá os sinais de pisca, e controlará a distância do motociclista que vem atrás. Se a moto de trás ficar com muita distância, convém você também reduzir para que o da frente faça o mesmo e o grupo permaneça unido.
É evidente que se for um caso isolado de "roda-presa" este deverá acompanhar a velocidade média do grupo, e não vice-versa. Salientamos que "roda-presa" não é moto que não desenvolve e sim o motociclista.
Tenha sempre em mente que o companheiro que vem atrás nunca sabe quando você vai frear até ver sua luz de freio acender, portanto facilite, sempre dê uma ou duas "beliscadas" no freio antes de frear propriamente, isso poderá evitar um acidente!
2. O Bonde
Na estrada, as motos devem ocupar uma faixa da pista, alinhadas em duas filas indianas, paralelas e intercaladas, evitando-se o emparelhamento de motos. Cada motociclista deve sempre cuidar para estar em posição diagonal em relação ao imediatamente à sua frente – não deve tentar 'corrigir' os erros dos outros. Se por qualquer razão a moto à sua frente mudar de lado, fazer o mesmo (sinalizando com o pisca-pisca) de modo a assegurar a formação alternada.

Um bonde NUNCA deve ser composto por mais que dez motos – é preferível montar dois bondes com cinco e seis motos ao invés de um com onze: um bonde com dez motos tem mais que cinqüenta metros de comprimento e quando se chega a esse tamanho:

· Fica difícil para o ferrolho ver o ponteiro e vice-versa.
· Fica muito difícil encontrar espaço para que o bonde todo faça ultrapassagens em bloco;
· Queremos manter o bonde unido e evitar que carros entrem no meio, mas não é razoável exigir que os motoristas se mantenham pacientemente ao longo de 'paredes' de oitenta metros ou mais de comprimento.
Em caso de quebra de um grupo em mais de um bonde o mais rápido deve seguir primeiro – não adianta soltar o mais lento primeiro para que ele seja alcançado a meio caminho.
Cada motociclista deve assegurar que o da frente pode vê-lo pelo retrovisor – basta assegurar que você consegue ver o capacete do piloto no espelho da moto à frente. Atenção: estamos falando da moto que está diagonalmente à sua frente e não aquela diretamente em frente.
Se a velocidade aumenta (mais de 100-110 km/h), essa distância deve ser ampliada para proporcionar maior espaço de frenagem.
Em todo grupo temos o PONTEIRO, o FERROLHO e o MIOLO/MEIO:
Ponteiro – Vai à frente do grupo;
Ferrolho – Vai atrás do grupo;
Miolo/Meio – Todos que estão entre o ponteiro e o ferrolho.
O ponteiro e o ferrolho devem ser os motociclistas mais experientes do grupo. Além disso, a moto do ferrolho deve ter bom desempenho, para que ele possa ultrapassar o bonde e atingir rapidamente o ponteiro em caso de problemas.
O motociclista menos experiente e/ou a menor moto devem seguir diretamente atrás do ponteiro, e estabelecem os limites de grupo em termos de número de paradas e velocidade de cruzeiro.
O ponteiro deve ficar SEMPRE do lado esquerdo da faixa, para facilitar sua visão do bonde e das condições de tráfego da estrada.
Em rodovias de três ou mais pistas, ocupar a segunda pista da direita para a esquerda: normalmente a pista da direita apresenta mais buracos e óleo causados pelos caminhões.
Em rodovias com duas pistas, manter-se na pista da direita, apesar dos problemas acima mencionados, neste caso é a pista mais segura.
3. O Ponteiro
· Define os caminhos e velocidade do bonde. Deve conhecer o percurso a ser seguido ou ter estudado cuidadosamente o mapa para poder orientar o bonde.
· Dosa a velocidade geral e mantém o agrupamento.
· Sinaliza com antecedência antes de mudar de pista para ultrapassagem, calculando a distância do veículo e o tamanho do grupo para que não haja redução de velocidade cruzeiro e muito menos 'quebra' da formação.
· Sinaliza com antecedência também antes de entrar em vias para evitar que alguém perca a entrada.
· Vai para a faixa da direita para dar ultrapassagem a veículos mais rápidos apenas quando tiver espaço suficiente para o grupo todo entrar, e analisa se é cabível mudar de faixa naquele momento, ou aguardar para que a pista da direita esteja mais livre para não ter diminuição de velocidade.
· Nesse caso, quando todos estão com seta para a direita, o ponteiro contesta mantendo seta para esquerda indicando que ainda não é o momento de dar passagem.
4. O Ferrolho
· O ferrolho é tão ou mais importante que o ponteiro para a boa condução do grupo na estrada, principalmente grupos grandes.
· Segura os veículos que porventura quiserem ultrapassar o grupo, e deve sinalizar com o pisca para direita. Após todo o grupo ter mudado de faixa, o ferrolho também muda, liberando o veículo. Se perceber que ninguém está dando a seta, fazer sinal com o farol alto para que percebam.
· Do mesmo jeito, assim que o ponteiro der seta para esquerda, o ferrolho deve entrar à esquerda para segurar os veículos, e sinalizar para o resto do grupo a pista livre.
· Ao perceber algum problema com o grupo, deve acelerar até o ponteiro e comunicar. Esse comportamento só deve ser adotado em caso de problemas que não obriguem a parada ou redução de velocidade do bonde – nesses casos é melhor que o bonde reduza ou pare e que o ponteiro controle esse comportamento pelo retrovisor.
5. Miolo/Meio
Deverão indicar as sinalizações de pisca, situação de estrada e sinais gerais (entrar a esquerda / direita com o braço, formação única, etc.) além de não permitir, até onde sua segurança e a do bonde não sejam comprometidas, que outro veículo entre no meio da formação.
Particularmente importante é a reprodução dos sinais de pisca-pisca, principalmente do ferrolho, para que o ponteiro fique sabendo o que o ferrolho sinalizou.
6. Manobras básicas
Alguns grupos mantêm a mesma formação durante todo o percurso. Nossa opção é deixar cada um tomar a formação que quiser, alternando o MEIO porem mantendo o PONTEIRO e o FERROLHO, salvo segunda ordem.
Algumas pessoas gostam de dar esticadas com a moto, seja para tirar fotos ou simplesmente querer correr um pouco mais, sendo necessário sair da formação do grupo. Isso pode ser feito sem nenhum problema, bastando apenas avisar o PONTEIRO com o devido sinal (ver sinais abaixo).
Do mesmo modo, os que precisarem parar para atender ao telefone, ajeitar algo que está incomodando ou qualquer coisa do gênero, que não necessite de muito tempo, deverá avisar o Ponteiro e o Ferrolho que irá encostar e ficar um pouco para trás, sem necessidade de parar todos. O Ponteiro deverá então diminuir a velocidade de cruzeiro, até que a pessoa que precisou parar o alcance e indique que já está de volta no grupo. 
É importante que quem parou avise o Ponteiro que já regressou ao grupo pois sem este informação o Ponteiro irá manter a velocidade baixa e ficará preocupado com a demora do integrante.
Ultrapassagens
Quando o ponteiro precisar mudar de faixa da direita para esquerda para fazer uma ultrapassagem, ele deve ligar a seta e todo o resto do grupo faz o mesmo. Entretanto ninguém muda de faixa até que o ferrolho entre primeiro na esquerda para impedir que algum carro passe e indique que o grupo todo pode mudar de faixa em segurança.
Retorno à faixa da direita
Quando o ferrolho indicar que o grupo precisa ir para a direita para dar passagem, ao ligar a seta para a direita todos devem fazer o mesmo. Idealmente, a penúltima moto deve entrar para a direita assim que o ponteiro der seta também, para impedir que algum carro ultrapasse pela direita. Após todos entraram o ferrolho libera a passagem.
Ultrapassagens em estradas de mão dupla
Nesse caso é praticamente impossível assegurar espaço suficiente para que todo o bonde ultrapasse em bloco. A seqüência deve ser:
· O Ponteiro sinaliza (pisca-pisca) a ultrapassagem e a realiza.
· Após passar o veículo ultrapassado, ele permanece na esquerda, com o pisca esquerdo ligado, enquanto não houver veículo vindo em sentido contrário, de forma a sinalizar aos motociclistas seguintes do bonde que eles podem ultrapassar.
· Quando ele voltar para a direita, as motos que ainda não ultrapassaram devem imediatamente deixar de tentar a ultrapassagem.
· Se possível (experiência e visibilidade) o último motociclista do bonde que já ultrapassou deve se colocar na faixa da esquerda (de forma análoga ao descrito acima para o ponteiro) para indicar ao restante do bonde que pode ultrapassar.
· Se necessário o Ponteiro deve reduzir a velocidade até ter certeza que todo o bonde ultrapassou. Entretanto, essa redução de velocidade não pode ser tal que acabe não deixando espaço à frente do veículo ultrapassado para entrada das motos que vêm de trás.
7. Reunião de preparação ("briefing")
Apesar do nome pernóstico, é muito importante, principalmente se no grupo houver pelo menos um motociclista que não está acostumado a andar como o grupo.
Nada mais é que uma pequena 'palestra' do ponteiro, informando o caminho que será seguido, onde serão as paradas de descanso, reabastecimento ou encontro com outros companheiros e uma descrição rápida das convenções e sinais descritos neste documento.
Nesse momento é muito importante identificar principiantes ou motos lentas para colocá-las na posição correta dentro do bonde e definir a velocidade que será adotada.
8. Sinais
O sinal deve ser preferencialmente feito com a mão esquerda - que é a mais "livre" durante a pilotagem.
Apontar com o pé esquerdo ou direito para o asfalto 
Buraco, óleo ou outro tipo de obstáculo, do lado que foi indicado. Reduza a velocidade e procure desviar (quando possível).
Atenção: deverá ser sinalizado apenas do lado da fila que tem o buraco, para evitar que a moto de trás se confunda.
Se o buraco está na esquerda, todos da fila da esquerda devem sinalizar. Os da direita ignoram, pois podem confundir.
Se o buraco está no meio, as duas filas devem sinalizar. Caso o buraco seja do lado direito, cabe apenas à fila da direita sinalizar.
A mão e o braço esticado sobem e descem sucessivamente:
Perigo, atenção. Reduzir a velocidade.
Mão e braço balançando para TRÁS e para frente, como um remo
O grupo está muito disperso, os mais atrás devem acelerar para se aproximar um pouco mais.
Braço esquerdo apontado para a esquerda
Atenção, reduzir para entrar à esquerda - o piloto deve sinalizar com o braço e acionar o pisca esquerdo em seguida.
Braço esquerdo dobrado sobre o capacete com a mão apontando para a direita
Atenção, reduzir para entrar à direita.
Mão esquerda apontando para cima e realizando círculos no ar
Atenção o grupo deve retornar.
Quando o grupo está parado, também pode significar acionar os motores para a partida.
Mão esquerda apontada para cima e espalmada 
Atenção, situação de emergência à frente, exigindo cautela e redução de velocidade imediata. 
Com o braço para cima, indicar o "numero 1" com a mão 
Todos deverão assumir a formação de fila indiana única.
Com o braço para cima, indicar o "número 2" com a mão 
Voltar à formação normal.
Com o braço esquerdo, indicar de modo pendular balançando o antebraço para esquerda e direita
Lombada ou depressão à frente. Reduzir velocidade.
Com o braço esquerdo para baixo, fazendo círculos com o dedo indicador
Polícia à frente. Reduzir velocidade / Atenção.
Apontar para o tanque de combustível e em seguida simular uma degola de garganta com a mão esquerda
A moto entrou na reserva de combustível, indicando que aquele piloto necessita parar assim que possível para abastecimento. 
Apontar para si mesmo e em seguida simular um revólver com a mão
O motociclista irá se dispersar do grupo, para a frente. Deverá ser sinalizado ao Ponteiro.
9. Outras dicas diversas
· Quando um bonde parar em posto de combustível, parar as motos na bomba a 45º, de frente para a mesma. Com isso ganhamos espaço e tempo, pois conseguiremos abastecer de três a quatro motos sem manobras.



Dicas postadas no e-mail da ISF pelo mano Dirceu Anghinoni 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

37ª Procissão de motociclistas

Foi definido o percurso para a 37ª procissão de motociclistas em homenagem à Nossa Senhora Aparecida, no feriado do dia 12, quarta-feira, que começará às 8h, com saída da Loureiro da Silva, e deslocamentos pela vias João Goulart, Siqueira Campos, Júlio de Castilhos, Conceição, Farrapos, Sertório, Assis Brasil, Francisco Silveira Bittencourt, Plínio Kroeff e rua 1937, com encerramento no Porto Seco.
A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) disponibilizará cerca de 70 agentes para orientar o percurso da procissão, com os seguintes bloqueios de trânsito durante o trajeto:
?    Cruzamento da Loureiro da Silva com Augusto de Carvalho
?    Borges de Medeiros com Aureliano de Figueiredo Pinto
?    Edvaldo Pereira Paiva, na Rótula das Cuias, com entrada permitida apenas para os motociclistas
?    Também sofrerão bloqueios as ruas 1937, entre a Plínio Kroeff e a rua 1934, além da rua Hermes de Souza, entre as ruas 1937 e 1934.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

PROGRAMAÇÃO ABRAÇANDO RS 2011

Buenas aos irmãos das duas rodas, segundo o site da motoryama ( http://www.motoryama.com.br/noticias?texto=noticias&pag=79 ) esse será o roteiro do Abraçando o RS 2011:

06 / Agosto - Café da manhã Motoryama (Poa) lançamento Abraçando RG.
13 / Setembro – Café da manhã Motoryama (Poa) entrega dos kits.

Este ano o roteiro será o seguinte:
Sábado 17 / 09
8:00 hs – Saída Motoryama, Loja de Canoas
Almoço em Aguado
Jantar e pernoite em Alegrete
Domingo 18 / 09
Chegada em Livramento, com dia livre, jantar, pernoite
Segunda 19 / 09
Almoço em Aceguá
Jantar e pernoite em Bagé
Terça 20 / 09
Almoço em  Rio Pardo
Chegada na Motoryama de Porto Alegre

E ai , quem vai nessa?

Provavel trajeto:



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Estatuto

TROPILHA VELHACA MOTO GRUPO
ESTATUTO
Capão da Canoa, 01 de Maio de 2011.
Artigo 1º
§ 1° O TROPILHA VELHACA MG, fundado em 01 de Maio de 2011, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, não tendo sede  própia usa o endereço do conselho direto como ponto de referencia.
Sede Urbana: Travessa Américo Silveira, 182/201, Cristo Redentor - Porto Alegre - RS ( Roberto Lefbvre).
Sede Campeira: localizada à Rua das Gaivotas, 21, Porto Verde, Alvorada, RS no município de Alvorada, RS (Mauro Anselmo).
Sede Litorânea: localizada à Av. Central 208/502 Capão da Canoa RS (Sergio Luís).
Artigo 2º
§ 1° Nunca descriminar moto por modelo, cilindrada ou condutor.
§ 2° Realizar e promover passeios, encontros, gincanas, reuniões e eventos que estimulem o uso da motocicleta e a divulgação do motociclismo.
§ 3° Estimular e orientar quanto ao uso correto da motocicleta observando os aspectos de segurança e exigências da legislação vigente.
§ 4° Promover o intercâmbio com outras entidades afins e o convívio entre seus associados.
§ 5° Zelar pela defesa dos direitos dos associados.
§ 6° Promover e estimular a prática de atividades que se identifiquem com o motociclismo.
§ 7° Manter constante divulgação de suas atividades como medida de comunicação de seus associados e informação de seus objetivos e finalidades.
§ 8° Promover assistência a instituições de caridade.
§ 9° Prestar serviços de utilidade à comunidade
Capítulo 2º
Do Escudo do Moto Grupo
Artigo 3º
§ 1° Os símbolos do Moto Grupo são:
§ 2° Brasão: Fundo branco com um quero-quero, sobre três listas com as cores do Rio Grande do Sul, com contorno oval inscrito em amarelo ouro TROPILHA VELHACA MOTO GRUPO sobre um fundo preto.
§ 3° Bandeira: As mesmas cores do Brasão.
§ 4° Adesivos iguais ao brasão.
Capítulo 3º – Dos Associados do Moto Grupo .
Artigo 4º
§ 1° São considerados associados do Moto Grupo:
§ 2° Membros fundadores: Os que assinam a presente fundação: Mauro Glaudimir Silveira Anselmo, Roberto João Luís Humberto Lefebvre e Sergio Luis Silveira de Oliveira.
§ 3° Membros efetivos: Os que se filiaram ao Moto Grupo após a presente fundação.
              § 4° Dependentes: As esposas (os), namoradas (os), ou filhos dos membros que participam das atividades do Moto Grupo e por consenso tenham o direito ao escudo.
              § 5° Membros honorários: Aqueles a quem o escudo for conferido por consenso, como homenagem por serviços prestados ao Moto grupo, ao motociclismo ou a sociedade.
Capítulo 4º – Da Admissão e Demissão de Membros do Moto Grupo
Artigo 5º
§ 1° - A proposta de admissão será objeto de aprovação dos conselheiros, tendo este que ser indicado por um membro fundador ou efetivo, que será seu padrinho, sendo este responsável pela disciplina e conduta do novo integrante, será feita também uma votação por todos integrantes com escudo cheio para admissão do novo integrante, que só será aceito se obtiver o voto de todos, ou seja, terá que ser unânime.
§ 2° - Caso haja ato de indisciplina ou conduta que não seja resolvido pelo padrinho, será aplicada punição pelos fundadores conforme artigo 10º.
§ 3° - Os novos integrantes receberão o patch pequeno para ser usado na frente do colete/jaqueta na parte traseira do colete/jaqueta poderá usar a inscrição com o nome da cidade do integrante, na parte inferior traseira do colete, após mais ou menos um ano, ou no aniversário do moto grupo, haverá entrega do escudo cheio.
§ 4° - Caso um integrante de outro Moto Grupo ou Moto Clube queira ser integrante da TROPILHA VELHACA e seja indicado por membro fundador ou efetivo, o mesmo receberá o escudo cheio, desde que sua saída não tenha sido por ato disciplinar ou de conduta, e sim por vontade própria, tendo o mesmo que se desligar previamente do outro clube ou Grupo, sendo o motivo de sua mudança comunicado as duas partes envolvidas e sua saída seja autorizada pelo conselho/presidente do clube ou grupo que ele estiver saindo.
§ 5° - Todo aquele que integrar o moto grupo no período compreendido entre sua fundação e o 1º aniversário terá direito a usar o escudo completo as costas.
Artigo 6º
 § 1° São condições para admissão no Moto Grupo como membro efetivo:
§ 2° Possuir motocicleta com documentos em dia e em perfeitas condições de uso e segurança, sem responsabilidade direta do Moto Grupo, salvo em caso especial que o integrante por motivos de saúde não possa pilotar uma moto ou triciclo, podendo assim dirigir um carro.
§ 3° Responsabilizar-se individualmente pela habilitação para condução de motocicletas de acordo com a legislação vigente, isentando o Moto Grupo da fiscalização, devido à isenção de determinadas cilindradas emanadas pelos órgãos competentes.
§ 4° Ser apresentado por um membro fundador ou efetivo.
§ 5° Ter condições de participar dos eventos, reuniões e atividades do Moto Grupo.
Artigo 7º
§ 1° São motivos para o desligamento do quadro social do Moto Grupo:  Cometer alguma penalidade conforme Artigo 10º, que pela gravidade ou reincidência, fique decidido em assembléia o desligamento.
Capítulo 5º – Dos Direitos e Deveres dos Membros
Artigo 8º
§ 1° Todo membro tem direito a:
§ 2° Usar o escudo do Moto Grupo.
§ 3° Participar dos eventos promovidos pelo Moto Grupo.
§ 4° Tirar licença por tempo indeterminado, caso tenha necessidade por motivos particulares desde que seja avisado ao grupo antecipadamente.
Artigo 9º
§ 1° São deveres dos membros do Moto Grupo:
§ 2° Cumprir e fazer cumprir as disposições deste Estatuto.
§ 3° Comparecer dentro de suas condições às reuniões.
§ 4° Usar o escudo do Moto Grupo sempre que possível quando fazendo uso da motocicleta.
§ 5° Contribuir dentro de suas possibilidades com as obras de caridade apoiadas pelo Moto Grupo.
§ 6° Prestar cooperação aos demais associados em caso de dificuldades nas viagens e passeios.
Capítulo 6º – Das Penalidades
Artigo 10º
§ 1° Constituem faltas que justificam punições:
§ 2° Transferir para além do âmbito do Moto Grupo os assuntos particulares que pela natureza ou por circunstâncias, devam permanecer reservados a quem de direito.
§ 3° Cometer atos, vícios ou atitudes que tornem o seu autor indesejável a comunidade do Moto Grupo ou a sociedade.
§ 4° Transgredir leis, ou atos que coloquem em risco outros membros ou o Moto Grupo como um todo.
§ 5° Comportamento inadequado durante as viagens ou passeios no tangente às normas de segurança.
Artigo 11º
§ 1° As punições, depois de deliberada em Assembléia, serão aplicadas na seguinte ordem:
§ 2° Advertência
§ 3° Desligamento
Inciso I – No ato do desligamento o membro deve devolver o brasão, sem direito a indenização pelo valor pago.
Capítulo 7º – Da Administração
Artigo 12º
§ 1° O Moto Grupo será administrado pelos seguintes órgãos:
§ 2° Conselho Diretor (formado por seus fundadores).
§ 3° Assembléia Geral (formada por todos os integrantes com o brasão completo) .
Seção 1ª – Das Assembléias
Artigo 13º
Parágrafo Único - Assembléia Geral é o maior órgão deliberativo, constituído pela reunião de todos os sócios com direito a voto, sendo soberana sua decisão, podendo ser ordinária ou extraordinariamente convocada.
Inciso I – Só terão direito a voto os integrantes com escudo cheio.
Artigo 14º
§ 1° Convocar-se-á Assembléia Geral:
§ 2°Sempre que necessário.
Inciso I - O local das reuniões será definido previamente e avisado a todos os membros.
Artigo 15º
§ 1° Convocar-se-á extraordinariamente a Assembléia Geral em qualquer tempo para:
§ 2° Antes de cada viagem para acerto de detalhes, e assuntos que dizem respeito a todo membro do moto grupo.
Artigo 16º
Parágrafo Único - Tendo, todos os membros com escudo cheio com direito a voto, sido convocados e verificada a falta do número regulamentar de sócios na primeira chamada, os diretores conselheiros (um) anunciaram uma segunda chamada para 15 (quinze) minutos, quando a Assembléia será realizada com o quantitativo presente. Esta deliberará com 50% mais um, dos sócios presentes. As decisões da Assembléia são definitivas.
Seção 2ª – Da Diretoria
Artigo 17º
Parágrafo Único - O Moto Grupo será administrado pelo Conselho Diretor, por tempo indeterminado. Caso ocorra afastamento de um ou mais dos seus diretores por devidos fins, os mesmos serão substituídos e indicados por votações em Assembléia Geral convocada em um prazo de 24 horas.
Artigo 18º
§ 1° Compete aos diretores Conselheiros:
§ 2° Representar o Moto Grupo Judicialmente.
§ 3° Presidir reuniões e Assembléias.
§ 4° Representar o Moto Grupo junto a empresas públicas e privadas, entidades, Moto Clubes, etc.
§ 5° Será vedado o uso do nome do Moto Grupo em negócios estranhos aos fins sociais.
§ 6º Contratos de qualquer espécie só terão validade se forem assinados pelo conselho diretor e ter aprovação unânime da Assembléia geral.
Capítulo 8º – Do Patrimônio – Receita e Despesa
Artigo 19º
§ 1° Constitui receita do Moto Grupo:
§ 2° O produto de venda de material promocional com a marca do Moto Grupo, desde que autorizado por Assembléia.
§ 3° O produto de locação de imagens do Moto Grupo para eventos, fotos e filmagens.
Inciso I - Todo recém associado deverá arcar-se com as despesas de seu uniforme (camisetas) brasão, e qualquer outro acessório referente ao Moto Grupo. No desligamento o escudo deve ser devolvido sem direito a indenização.
Artigo 20º
Parágrafo Único - Este estatuto foi aprovado em Assembléia Geral dia 01 de Maio de 2011 e passará a constituir lei orgânica do Moto Grupo..
Sócios Fundadores: Mauro Glaudimir Silveira Anselmo, Roberto João Luís Humberto Lefebvre e Sergio Luis Silveira de Oliveira.
Integrantes:

________________________________ 
Mauro Glaudimir Silveira Anselmo

________________________________          
Roberto João Luís Humberto Lefebvre

_________________________________ 
Sergio Luis Silveira de Oliveira