quinta-feira, 10 de novembro de 2011

GUIA DE ESTRADA

Andar em grupo não é muito fácil. Por isso desenvolvemos alguns códigos e posturas para facilitar as viagens.

A seguir vamos descrever os sinais, códigos e atitudes que deverão ser tomadas por todos para facilitar a comunicação na estrada e bom andamento e segurança do grupo. 

O mais importante de tudo é cada um cuidar de quem está atrás. O uso do espelho retrovisor é fundamental SEMPRE.
Fazendo isso você verá os sinais de pisca, e controlará a distância do motociclista que vem atrás. Se a moto de trás ficar com muita distância, convém você também reduzir para que o da frente faça o mesmo e o grupo permaneça unido.
É evidente que se for um caso isolado de "roda-presa" este deverá acompanhar a velocidade média do grupo, e não vice-versa. Salientamos que "roda-presa" não é moto que não desenvolve e sim o motociclista.
Tenha sempre em mente que o companheiro que vem atrás nunca sabe quando você vai frear até ver sua luz de freio acender, portanto facilite, sempre dê uma ou duas "beliscadas" no freio antes de frear propriamente, isso poderá evitar um acidente!
2. O Bonde
Na estrada, as motos devem ocupar uma faixa da pista, alinhadas em duas filas indianas, paralelas e intercaladas, evitando-se o emparelhamento de motos. Cada motociclista deve sempre cuidar para estar em posição diagonal em relação ao imediatamente à sua frente – não deve tentar 'corrigir' os erros dos outros. Se por qualquer razão a moto à sua frente mudar de lado, fazer o mesmo (sinalizando com o pisca-pisca) de modo a assegurar a formação alternada.

Um bonde NUNCA deve ser composto por mais que dez motos – é preferível montar dois bondes com cinco e seis motos ao invés de um com onze: um bonde com dez motos tem mais que cinqüenta metros de comprimento e quando se chega a esse tamanho:

· Fica difícil para o ferrolho ver o ponteiro e vice-versa.
· Fica muito difícil encontrar espaço para que o bonde todo faça ultrapassagens em bloco;
· Queremos manter o bonde unido e evitar que carros entrem no meio, mas não é razoável exigir que os motoristas se mantenham pacientemente ao longo de 'paredes' de oitenta metros ou mais de comprimento.
Em caso de quebra de um grupo em mais de um bonde o mais rápido deve seguir primeiro – não adianta soltar o mais lento primeiro para que ele seja alcançado a meio caminho.
Cada motociclista deve assegurar que o da frente pode vê-lo pelo retrovisor – basta assegurar que você consegue ver o capacete do piloto no espelho da moto à frente. Atenção: estamos falando da moto que está diagonalmente à sua frente e não aquela diretamente em frente.
Se a velocidade aumenta (mais de 100-110 km/h), essa distância deve ser ampliada para proporcionar maior espaço de frenagem.
Em todo grupo temos o PONTEIRO, o FERROLHO e o MIOLO/MEIO:
Ponteiro – Vai à frente do grupo;
Ferrolho – Vai atrás do grupo;
Miolo/Meio – Todos que estão entre o ponteiro e o ferrolho.
O ponteiro e o ferrolho devem ser os motociclistas mais experientes do grupo. Além disso, a moto do ferrolho deve ter bom desempenho, para que ele possa ultrapassar o bonde e atingir rapidamente o ponteiro em caso de problemas.
O motociclista menos experiente e/ou a menor moto devem seguir diretamente atrás do ponteiro, e estabelecem os limites de grupo em termos de número de paradas e velocidade de cruzeiro.
O ponteiro deve ficar SEMPRE do lado esquerdo da faixa, para facilitar sua visão do bonde e das condições de tráfego da estrada.
Em rodovias de três ou mais pistas, ocupar a segunda pista da direita para a esquerda: normalmente a pista da direita apresenta mais buracos e óleo causados pelos caminhões.
Em rodovias com duas pistas, manter-se na pista da direita, apesar dos problemas acima mencionados, neste caso é a pista mais segura.
3. O Ponteiro
· Define os caminhos e velocidade do bonde. Deve conhecer o percurso a ser seguido ou ter estudado cuidadosamente o mapa para poder orientar o bonde.
· Dosa a velocidade geral e mantém o agrupamento.
· Sinaliza com antecedência antes de mudar de pista para ultrapassagem, calculando a distância do veículo e o tamanho do grupo para que não haja redução de velocidade cruzeiro e muito menos 'quebra' da formação.
· Sinaliza com antecedência também antes de entrar em vias para evitar que alguém perca a entrada.
· Vai para a faixa da direita para dar ultrapassagem a veículos mais rápidos apenas quando tiver espaço suficiente para o grupo todo entrar, e analisa se é cabível mudar de faixa naquele momento, ou aguardar para que a pista da direita esteja mais livre para não ter diminuição de velocidade.
· Nesse caso, quando todos estão com seta para a direita, o ponteiro contesta mantendo seta para esquerda indicando que ainda não é o momento de dar passagem.
4. O Ferrolho
· O ferrolho é tão ou mais importante que o ponteiro para a boa condução do grupo na estrada, principalmente grupos grandes.
· Segura os veículos que porventura quiserem ultrapassar o grupo, e deve sinalizar com o pisca para direita. Após todo o grupo ter mudado de faixa, o ferrolho também muda, liberando o veículo. Se perceber que ninguém está dando a seta, fazer sinal com o farol alto para que percebam.
· Do mesmo jeito, assim que o ponteiro der seta para esquerda, o ferrolho deve entrar à esquerda para segurar os veículos, e sinalizar para o resto do grupo a pista livre.
· Ao perceber algum problema com o grupo, deve acelerar até o ponteiro e comunicar. Esse comportamento só deve ser adotado em caso de problemas que não obriguem a parada ou redução de velocidade do bonde – nesses casos é melhor que o bonde reduza ou pare e que o ponteiro controle esse comportamento pelo retrovisor.
5. Miolo/Meio
Deverão indicar as sinalizações de pisca, situação de estrada e sinais gerais (entrar a esquerda / direita com o braço, formação única, etc.) além de não permitir, até onde sua segurança e a do bonde não sejam comprometidas, que outro veículo entre no meio da formação.
Particularmente importante é a reprodução dos sinais de pisca-pisca, principalmente do ferrolho, para que o ponteiro fique sabendo o que o ferrolho sinalizou.
6. Manobras básicas
Alguns grupos mantêm a mesma formação durante todo o percurso. Nossa opção é deixar cada um tomar a formação que quiser, alternando o MEIO porem mantendo o PONTEIRO e o FERROLHO, salvo segunda ordem.
Algumas pessoas gostam de dar esticadas com a moto, seja para tirar fotos ou simplesmente querer correr um pouco mais, sendo necessário sair da formação do grupo. Isso pode ser feito sem nenhum problema, bastando apenas avisar o PONTEIRO com o devido sinal (ver sinais abaixo).
Do mesmo modo, os que precisarem parar para atender ao telefone, ajeitar algo que está incomodando ou qualquer coisa do gênero, que não necessite de muito tempo, deverá avisar o Ponteiro e o Ferrolho que irá encostar e ficar um pouco para trás, sem necessidade de parar todos. O Ponteiro deverá então diminuir a velocidade de cruzeiro, até que a pessoa que precisou parar o alcance e indique que já está de volta no grupo. 
É importante que quem parou avise o Ponteiro que já regressou ao grupo pois sem este informação o Ponteiro irá manter a velocidade baixa e ficará preocupado com a demora do integrante.
Ultrapassagens
Quando o ponteiro precisar mudar de faixa da direita para esquerda para fazer uma ultrapassagem, ele deve ligar a seta e todo o resto do grupo faz o mesmo. Entretanto ninguém muda de faixa até que o ferrolho entre primeiro na esquerda para impedir que algum carro passe e indique que o grupo todo pode mudar de faixa em segurança.
Retorno à faixa da direita
Quando o ferrolho indicar que o grupo precisa ir para a direita para dar passagem, ao ligar a seta para a direita todos devem fazer o mesmo. Idealmente, a penúltima moto deve entrar para a direita assim que o ponteiro der seta também, para impedir que algum carro ultrapasse pela direita. Após todos entraram o ferrolho libera a passagem.
Ultrapassagens em estradas de mão dupla
Nesse caso é praticamente impossível assegurar espaço suficiente para que todo o bonde ultrapasse em bloco. A seqüência deve ser:
· O Ponteiro sinaliza (pisca-pisca) a ultrapassagem e a realiza.
· Após passar o veículo ultrapassado, ele permanece na esquerda, com o pisca esquerdo ligado, enquanto não houver veículo vindo em sentido contrário, de forma a sinalizar aos motociclistas seguintes do bonde que eles podem ultrapassar.
· Quando ele voltar para a direita, as motos que ainda não ultrapassaram devem imediatamente deixar de tentar a ultrapassagem.
· Se possível (experiência e visibilidade) o último motociclista do bonde que já ultrapassou deve se colocar na faixa da esquerda (de forma análoga ao descrito acima para o ponteiro) para indicar ao restante do bonde que pode ultrapassar.
· Se necessário o Ponteiro deve reduzir a velocidade até ter certeza que todo o bonde ultrapassou. Entretanto, essa redução de velocidade não pode ser tal que acabe não deixando espaço à frente do veículo ultrapassado para entrada das motos que vêm de trás.
7. Reunião de preparação ("briefing")
Apesar do nome pernóstico, é muito importante, principalmente se no grupo houver pelo menos um motociclista que não está acostumado a andar como o grupo.
Nada mais é que uma pequena 'palestra' do ponteiro, informando o caminho que será seguido, onde serão as paradas de descanso, reabastecimento ou encontro com outros companheiros e uma descrição rápida das convenções e sinais descritos neste documento.
Nesse momento é muito importante identificar principiantes ou motos lentas para colocá-las na posição correta dentro do bonde e definir a velocidade que será adotada.
8. Sinais
O sinal deve ser preferencialmente feito com a mão esquerda - que é a mais "livre" durante a pilotagem.
Apontar com o pé esquerdo ou direito para o asfalto 
Buraco, óleo ou outro tipo de obstáculo, do lado que foi indicado. Reduza a velocidade e procure desviar (quando possível).
Atenção: deverá ser sinalizado apenas do lado da fila que tem o buraco, para evitar que a moto de trás se confunda.
Se o buraco está na esquerda, todos da fila da esquerda devem sinalizar. Os da direita ignoram, pois podem confundir.
Se o buraco está no meio, as duas filas devem sinalizar. Caso o buraco seja do lado direito, cabe apenas à fila da direita sinalizar.
A mão e o braço esticado sobem e descem sucessivamente:
Perigo, atenção. Reduzir a velocidade.
Mão e braço balançando para TRÁS e para frente, como um remo
O grupo está muito disperso, os mais atrás devem acelerar para se aproximar um pouco mais.
Braço esquerdo apontado para a esquerda
Atenção, reduzir para entrar à esquerda - o piloto deve sinalizar com o braço e acionar o pisca esquerdo em seguida.
Braço esquerdo dobrado sobre o capacete com a mão apontando para a direita
Atenção, reduzir para entrar à direita.
Mão esquerda apontando para cima e realizando círculos no ar
Atenção o grupo deve retornar.
Quando o grupo está parado, também pode significar acionar os motores para a partida.
Mão esquerda apontada para cima e espalmada 
Atenção, situação de emergência à frente, exigindo cautela e redução de velocidade imediata. 
Com o braço para cima, indicar o "numero 1" com a mão 
Todos deverão assumir a formação de fila indiana única.
Com o braço para cima, indicar o "número 2" com a mão 
Voltar à formação normal.
Com o braço esquerdo, indicar de modo pendular balançando o antebraço para esquerda e direita
Lombada ou depressão à frente. Reduzir velocidade.
Com o braço esquerdo para baixo, fazendo círculos com o dedo indicador
Polícia à frente. Reduzir velocidade / Atenção.
Apontar para o tanque de combustível e em seguida simular uma degola de garganta com a mão esquerda
A moto entrou na reserva de combustível, indicando que aquele piloto necessita parar assim que possível para abastecimento. 
Apontar para si mesmo e em seguida simular um revólver com a mão
O motociclista irá se dispersar do grupo, para a frente. Deverá ser sinalizado ao Ponteiro.
9. Outras dicas diversas
· Quando um bonde parar em posto de combustível, parar as motos na bomba a 45º, de frente para a mesma. Com isso ganhamos espaço e tempo, pois conseguiremos abastecer de três a quatro motos sem manobras.



Dicas postadas no e-mail da ISF pelo mano Dirceu Anghinoni 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

37ª Procissão de motociclistas

Foi definido o percurso para a 37ª procissão de motociclistas em homenagem à Nossa Senhora Aparecida, no feriado do dia 12, quarta-feira, que começará às 8h, com saída da Loureiro da Silva, e deslocamentos pela vias João Goulart, Siqueira Campos, Júlio de Castilhos, Conceição, Farrapos, Sertório, Assis Brasil, Francisco Silveira Bittencourt, Plínio Kroeff e rua 1937, com encerramento no Porto Seco.
A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) disponibilizará cerca de 70 agentes para orientar o percurso da procissão, com os seguintes bloqueios de trânsito durante o trajeto:
?    Cruzamento da Loureiro da Silva com Augusto de Carvalho
?    Borges de Medeiros com Aureliano de Figueiredo Pinto
?    Edvaldo Pereira Paiva, na Rótula das Cuias, com entrada permitida apenas para os motociclistas
?    Também sofrerão bloqueios as ruas 1937, entre a Plínio Kroeff e a rua 1934, além da rua Hermes de Souza, entre as ruas 1937 e 1934.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

PROGRAMAÇÃO ABRAÇANDO RS 2011

Buenas aos irmãos das duas rodas, segundo o site da motoryama ( http://www.motoryama.com.br/noticias?texto=noticias&pag=79 ) esse será o roteiro do Abraçando o RS 2011:

06 / Agosto - Café da manhã Motoryama (Poa) lançamento Abraçando RG.
13 / Setembro – Café da manhã Motoryama (Poa) entrega dos kits.

Este ano o roteiro será o seguinte:
Sábado 17 / 09
8:00 hs – Saída Motoryama, Loja de Canoas
Almoço em Aguado
Jantar e pernoite em Alegrete
Domingo 18 / 09
Chegada em Livramento, com dia livre, jantar, pernoite
Segunda 19 / 09
Almoço em Aceguá
Jantar e pernoite em Bagé
Terça 20 / 09
Almoço em  Rio Pardo
Chegada na Motoryama de Porto Alegre

E ai , quem vai nessa?

Provavel trajeto:



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Estatuto

TROPILHA VELHACA MOTO GRUPO
ESTATUTO
Capão da Canoa, 01 de Maio de 2011.
Artigo 1º
§ 1° O TROPILHA VELHACA MG, fundado em 01 de Maio de 2011, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, não tendo sede  própia usa o endereço do conselho direto como ponto de referencia.
Sede Urbana: Travessa Américo Silveira, 182/201, Cristo Redentor - Porto Alegre - RS ( Roberto Lefbvre).
Sede Campeira: localizada à Rua das Gaivotas, 21, Porto Verde, Alvorada, RS no município de Alvorada, RS (Mauro Anselmo).
Sede Litorânea: localizada à Av. Central 208/502 Capão da Canoa RS (Sergio Luís).
Artigo 2º
§ 1° Nunca descriminar moto por modelo, cilindrada ou condutor.
§ 2° Realizar e promover passeios, encontros, gincanas, reuniões e eventos que estimulem o uso da motocicleta e a divulgação do motociclismo.
§ 3° Estimular e orientar quanto ao uso correto da motocicleta observando os aspectos de segurança e exigências da legislação vigente.
§ 4° Promover o intercâmbio com outras entidades afins e o convívio entre seus associados.
§ 5° Zelar pela defesa dos direitos dos associados.
§ 6° Promover e estimular a prática de atividades que se identifiquem com o motociclismo.
§ 7° Manter constante divulgação de suas atividades como medida de comunicação de seus associados e informação de seus objetivos e finalidades.
§ 8° Promover assistência a instituições de caridade.
§ 9° Prestar serviços de utilidade à comunidade
Capítulo 2º
Do Escudo do Moto Grupo
Artigo 3º
§ 1° Os símbolos do Moto Grupo são:
§ 2° Brasão: Fundo branco com um quero-quero, sobre três listas com as cores do Rio Grande do Sul, com contorno oval inscrito em amarelo ouro TROPILHA VELHACA MOTO GRUPO sobre um fundo preto.
§ 3° Bandeira: As mesmas cores do Brasão.
§ 4° Adesivos iguais ao brasão.
Capítulo 3º – Dos Associados do Moto Grupo .
Artigo 4º
§ 1° São considerados associados do Moto Grupo:
§ 2° Membros fundadores: Os que assinam a presente fundação: Mauro Glaudimir Silveira Anselmo, Roberto João Luís Humberto Lefebvre e Sergio Luis Silveira de Oliveira.
§ 3° Membros efetivos: Os que se filiaram ao Moto Grupo após a presente fundação.
              § 4° Dependentes: As esposas (os), namoradas (os), ou filhos dos membros que participam das atividades do Moto Grupo e por consenso tenham o direito ao escudo.
              § 5° Membros honorários: Aqueles a quem o escudo for conferido por consenso, como homenagem por serviços prestados ao Moto grupo, ao motociclismo ou a sociedade.
Capítulo 4º – Da Admissão e Demissão de Membros do Moto Grupo
Artigo 5º
§ 1° - A proposta de admissão será objeto de aprovação dos conselheiros, tendo este que ser indicado por um membro fundador ou efetivo, que será seu padrinho, sendo este responsável pela disciplina e conduta do novo integrante, será feita também uma votação por todos integrantes com escudo cheio para admissão do novo integrante, que só será aceito se obtiver o voto de todos, ou seja, terá que ser unânime.
§ 2° - Caso haja ato de indisciplina ou conduta que não seja resolvido pelo padrinho, será aplicada punição pelos fundadores conforme artigo 10º.
§ 3° - Os novos integrantes receberão o patch pequeno para ser usado na frente do colete/jaqueta na parte traseira do colete/jaqueta poderá usar a inscrição com o nome da cidade do integrante, na parte inferior traseira do colete, após mais ou menos um ano, ou no aniversário do moto grupo, haverá entrega do escudo cheio.
§ 4° - Caso um integrante de outro Moto Grupo ou Moto Clube queira ser integrante da TROPILHA VELHACA e seja indicado por membro fundador ou efetivo, o mesmo receberá o escudo cheio, desde que sua saída não tenha sido por ato disciplinar ou de conduta, e sim por vontade própria, tendo o mesmo que se desligar previamente do outro clube ou Grupo, sendo o motivo de sua mudança comunicado as duas partes envolvidas e sua saída seja autorizada pelo conselho/presidente do clube ou grupo que ele estiver saindo.
§ 5° - Todo aquele que integrar o moto grupo no período compreendido entre sua fundação e o 1º aniversário terá direito a usar o escudo completo as costas.
Artigo 6º
 § 1° São condições para admissão no Moto Grupo como membro efetivo:
§ 2° Possuir motocicleta com documentos em dia e em perfeitas condições de uso e segurança, sem responsabilidade direta do Moto Grupo, salvo em caso especial que o integrante por motivos de saúde não possa pilotar uma moto ou triciclo, podendo assim dirigir um carro.
§ 3° Responsabilizar-se individualmente pela habilitação para condução de motocicletas de acordo com a legislação vigente, isentando o Moto Grupo da fiscalização, devido à isenção de determinadas cilindradas emanadas pelos órgãos competentes.
§ 4° Ser apresentado por um membro fundador ou efetivo.
§ 5° Ter condições de participar dos eventos, reuniões e atividades do Moto Grupo.
Artigo 7º
§ 1° São motivos para o desligamento do quadro social do Moto Grupo:  Cometer alguma penalidade conforme Artigo 10º, que pela gravidade ou reincidência, fique decidido em assembléia o desligamento.
Capítulo 5º – Dos Direitos e Deveres dos Membros
Artigo 8º
§ 1° Todo membro tem direito a:
§ 2° Usar o escudo do Moto Grupo.
§ 3° Participar dos eventos promovidos pelo Moto Grupo.
§ 4° Tirar licença por tempo indeterminado, caso tenha necessidade por motivos particulares desde que seja avisado ao grupo antecipadamente.
Artigo 9º
§ 1° São deveres dos membros do Moto Grupo:
§ 2° Cumprir e fazer cumprir as disposições deste Estatuto.
§ 3° Comparecer dentro de suas condições às reuniões.
§ 4° Usar o escudo do Moto Grupo sempre que possível quando fazendo uso da motocicleta.
§ 5° Contribuir dentro de suas possibilidades com as obras de caridade apoiadas pelo Moto Grupo.
§ 6° Prestar cooperação aos demais associados em caso de dificuldades nas viagens e passeios.
Capítulo 6º – Das Penalidades
Artigo 10º
§ 1° Constituem faltas que justificam punições:
§ 2° Transferir para além do âmbito do Moto Grupo os assuntos particulares que pela natureza ou por circunstâncias, devam permanecer reservados a quem de direito.
§ 3° Cometer atos, vícios ou atitudes que tornem o seu autor indesejável a comunidade do Moto Grupo ou a sociedade.
§ 4° Transgredir leis, ou atos que coloquem em risco outros membros ou o Moto Grupo como um todo.
§ 5° Comportamento inadequado durante as viagens ou passeios no tangente às normas de segurança.
Artigo 11º
§ 1° As punições, depois de deliberada em Assembléia, serão aplicadas na seguinte ordem:
§ 2° Advertência
§ 3° Desligamento
Inciso I – No ato do desligamento o membro deve devolver o brasão, sem direito a indenização pelo valor pago.
Capítulo 7º – Da Administração
Artigo 12º
§ 1° O Moto Grupo será administrado pelos seguintes órgãos:
§ 2° Conselho Diretor (formado por seus fundadores).
§ 3° Assembléia Geral (formada por todos os integrantes com o brasão completo) .
Seção 1ª – Das Assembléias
Artigo 13º
Parágrafo Único - Assembléia Geral é o maior órgão deliberativo, constituído pela reunião de todos os sócios com direito a voto, sendo soberana sua decisão, podendo ser ordinária ou extraordinariamente convocada.
Inciso I – Só terão direito a voto os integrantes com escudo cheio.
Artigo 14º
§ 1° Convocar-se-á Assembléia Geral:
§ 2°Sempre que necessário.
Inciso I - O local das reuniões será definido previamente e avisado a todos os membros.
Artigo 15º
§ 1° Convocar-se-á extraordinariamente a Assembléia Geral em qualquer tempo para:
§ 2° Antes de cada viagem para acerto de detalhes, e assuntos que dizem respeito a todo membro do moto grupo.
Artigo 16º
Parágrafo Único - Tendo, todos os membros com escudo cheio com direito a voto, sido convocados e verificada a falta do número regulamentar de sócios na primeira chamada, os diretores conselheiros (um) anunciaram uma segunda chamada para 15 (quinze) minutos, quando a Assembléia será realizada com o quantitativo presente. Esta deliberará com 50% mais um, dos sócios presentes. As decisões da Assembléia são definitivas.
Seção 2ª – Da Diretoria
Artigo 17º
Parágrafo Único - O Moto Grupo será administrado pelo Conselho Diretor, por tempo indeterminado. Caso ocorra afastamento de um ou mais dos seus diretores por devidos fins, os mesmos serão substituídos e indicados por votações em Assembléia Geral convocada em um prazo de 24 horas.
Artigo 18º
§ 1° Compete aos diretores Conselheiros:
§ 2° Representar o Moto Grupo Judicialmente.
§ 3° Presidir reuniões e Assembléias.
§ 4° Representar o Moto Grupo junto a empresas públicas e privadas, entidades, Moto Clubes, etc.
§ 5° Será vedado o uso do nome do Moto Grupo em negócios estranhos aos fins sociais.
§ 6º Contratos de qualquer espécie só terão validade se forem assinados pelo conselho diretor e ter aprovação unânime da Assembléia geral.
Capítulo 8º – Do Patrimônio – Receita e Despesa
Artigo 19º
§ 1° Constitui receita do Moto Grupo:
§ 2° O produto de venda de material promocional com a marca do Moto Grupo, desde que autorizado por Assembléia.
§ 3° O produto de locação de imagens do Moto Grupo para eventos, fotos e filmagens.
Inciso I - Todo recém associado deverá arcar-se com as despesas de seu uniforme (camisetas) brasão, e qualquer outro acessório referente ao Moto Grupo. No desligamento o escudo deve ser devolvido sem direito a indenização.
Artigo 20º
Parágrafo Único - Este estatuto foi aprovado em Assembléia Geral dia 01 de Maio de 2011 e passará a constituir lei orgânica do Moto Grupo..
Sócios Fundadores: Mauro Glaudimir Silveira Anselmo, Roberto João Luís Humberto Lefebvre e Sergio Luis Silveira de Oliveira.
Integrantes:

________________________________ 
Mauro Glaudimir Silveira Anselmo

________________________________          
Roberto João Luís Humberto Lefebvre

_________________________________ 
Sergio Luis Silveira de Oliveira

sábado, 7 de maio de 2011

A 1º vez

Certa noite tinha uma carne no creme de leite, também conhecida como strogonof, seu par um arrozinho branco, acompanhado com uma tal batata palha, junto de umas folhas verde que atendem pelo nome de alface, sem esquecer do pãozinho, um coadjuvante importante, tudo isso, é tudo de bom, na noite de 5ª.
E isso tudo regado com um bom vinho, alguns preferiram a velha e boa loirinha, tinha uma loira muito Devassa e sua amiga Schin, porem o frio Polar queria dominar o ambiente.
Tinha aqueles que faziam uma mistura estranha, bebiam água, tônica com coca na cola e chamavam  isso de refrigerante, será?
Mas o melhor do encontro eram os personagens, as pessoas bonitas (falo da ala feminina) que participaram  desse famoso evento. Com muita alegria a conversa animada, papo de boa qualidade. E no comando dessa festa o nosso anfitrião, Dom Giba. Que com muita felicidade cedeu um espaço de sua casa para os amigos se encontrarem e jogar conversa fora e falar dos outros.
Mas muitos não se deram conta, porem teve algo importante na festa.
O que é?
Essa é a pergunta que todos estão se fazendo. e eu respondo:
Foi o 1° evento da TROPILHA VELHACA MG.
Dois dos membros fundadores tivera a honra e o prazer de representar o MOTO GRUPO na vida social do mundo motociclistico.
Pode se dizer que tivemos um excelente começo, nessa orgia, na casa de Dom Giba.
Amigos motociclistas não pensem bobice, foi uma noitada de orgia gastronômica.
Porem o 3° membro fundador do MG não participou, por quê?
Porque essa criatura resolveu morar na praia, é mole?
Mas com certeza não faltara outra oportunidades para esse membro praistico voltar pro reduto e participar dos eventos.
Muitos outros virão....
Deus salve a tropilha, longa vida a ela....

(Roberto Lefbvre)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A musica que serviu de inspiração para o nome do grupo

A uma tropilha veica
Inté parece que o chão vem se abrindo aos poucos quando esses loucos se entropilham na invernada
E vem roncando marcando a casco este pampa mostrando a estampa topete e cola aparada
Zainos, tordilhos, gateados baios e mouros pingos de estouro que se aporrearam por malos
Negando o estribo ao índio que joga a sorte de encontra a morte no lombo desses cavalos
É das baguala esta tropilha que eu canto e lhes garanto não hay eguada mais dura
Um querosena da marca de Dom Reinaldo deixa arrepiada a mais taura das criaturas
(Quem tem coragem força na perna e destreza sente firmeza quando um sotreta se atora
Porque um veiaco da tropilha da floresta enruga a testa no guasca que calça a espora)
Esta tropilha é conhecida por veiaca pra maritacas e rebenques não se entrega
De ponta a ponta cruza o meu pago sagrado com o lombo arcado dando coice nas macegas
Eguedo quebra se entona soprando as ventas porque sustenta mil marcas entreveradas
Pois o destino do flete que não se amansa deixa lembranças numa tropilha aporreada
Pingos de fama Pato Preto e Chacarera Moura, Cruzeira, Reboldosa e Temporal
São entre outros malevas que escondem o rastro em pêlo e basto seja argentino ou oriental
Por isso aonde um cincerro bater mais forte e o vento norte assoviar junto das frestas
Andarão soltos na fumaça do entrevero os caborteiros da tropilha da floresta
Andarão soltos na fumaça do entrevero os caborteiros da tropilha da floresta
(Cesar Oliveira)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Calendário Oficial da AMO-RS - Eventos 2011

MêsDatasCidadeNome do Evento
Janeiro1 e 2Ano NovoAno Novo
Janeiro8 e 9  
Janeiro14 a 16Tapejara1º Moto Acampamento 
Janeiro21 a 23  
Janeiro27 a 30Jaguarão12º Motofest
Janeiro28 a 30Getúlio VargasX Moto Natureza
Janeiro28 a 30Getúlio Vargas1º Getúlio Bike Week
Fevereiro5Atlântida Sul13º  Ainiversário MC Pé de Vento 
Fevereiro11 a 13Marau9º Marau em Duas Rodas
Fevereiro18 a 20Ijuí8º Zangofest
Fevereiro25 a 27Butiá11º Carbomoto
Fevereiro25 e 26IbirubáFesta em Duas Rodas
Março4 a8CarnavalCarnaval
Março5CandiotaLasa Churras 2011
Março11 a 13Barra do Ribeiro3º Barra Moto Fest Acampamento
Março12Barra do RibeiroCongresso Anual AMO-RS
Março13Sapucaia do Sul9º Moto Tchucos
Março18 a 20Triunfo6º Triunfo Moto Acampamento
Março25 a 27São Lourenço do Sul14º Moto Lagoa
Abril2Tapera2º Moto Velha Tapera
Abril02 e 03Bom Princípio1º Moto Morango
Abril08 a 10Taquara13º Motoshow
Abril09 a 10Panambi5º Motaço
Abril15 A 17Soledade9º Sul & Motos - Enc. Sul Americano de Mot...
Abril24PascoaPáscoa
Maio29 A 1Tramandaí14º  Mar e Motos
Maio7 a 8Veranópolis11º Aniversário Cowboys da Serra
Maio13 a 15Campo Bom4ª Guela Moto de Campo Bom
Maio14 e 15Dom Pedrito3ª Festival do Motociclista
Maio15Caxias do Sul/Farroupilha33º Procissão de Motociclistas à Caravaggio
Maio20  e 21NH (Lomba Grande)2º aniversário Trinca Ferro
Maio21Nova Bassano10º Aniversário APPA Moto Clube
Maio28Santa Cruz do Sul14º Aniversário Parceiros do Asfalto
Junho3 a 5Bento GonçalvesXII MotoSerra
JUnho4Bento Gonçalves6º Concurso Rainha Motociclismo RS 2011/12
Junho11 a 19Porto AlegreSalão de Motos do RGS
Junho17 a 19Capão da Canoa 3º Moto Chuleio e 4º Aniv. MC. Chuleio
Junho24 e 25Igrejinha11º Morofest
Julho1 a 3  
Julho8 a 10Rolante1º Moto Cuca 
Julho16Bento Gonçalves21 anos MCBento Gonçalves
Julho21 a 27Rio Grande do SulSemana Estadual do Motoclista
Julho27BrasilDIA NACIONAL DO MOTOCICLISTA
Agosto5 a 7  
Agosto12 e 13Nova Hartz11º Moto Hartz
Agosto14Charqueadas6º Aniversário Moto Grupo Mutley
Agosto19 a 21Cruz AltaIV Hot Cruz Alta Motofest
Setembro3Praia de Rondinha10º Aniversário dos Servage da Estrada
Setembro9 a 11Balneário Oasis do Sul  Rota Zona Sul -  Oasis Fest Moto
Setembro17 a 20Várias Cidades11º Abraçando o Rio Grande do Sul
Setembro23 a 25Camaquã2º Camaquã Moto Fest
Outubro30 a 02Cacequi7º Emotec
Outubro30 a 02Três de Maio7º Moto Enc. Int. Clandestinos da Estrada
Outubro7 a 9Santa Maria15º mercocycle
Outubro8Nova Prata1º Aniversário Papaléguas MC
Outubro9Tramandaí/Imbé/Osório15º Moto Passeio do Litoral Norte
Outubro14 a 16Osório6º Moto & Vento 
Outubro15 e 16Cacequi1º Moto Acampamento Centuriões A
Outubro22 a 23São Sebastião Cai8º Moto Caí no Asfalto
Outubro28 a 30Santa Cruz do Sul9º Oktobemoto 2011
Novembro4 a 6Pelotas10º Motoshow do Mercosul
Novembro11 a 13Rosário do Sul8º Moto Rosul
Novembro18 a 20Charqueadas5º Charqueadas Moto Fest
Novembro25 a 27Bagé10° Aniversário Moto Grupo Os Bins do Asfalto
Novembro26 e 27Encantado4º Moto Encanto
Novembro25 e 26Uruguaiana15º Aniversário Desgarrados da Fronteira
Dezembro3 e 4Várias Cidades6º Abraçando o Litoral Norte
Dezembro3Cachoeirinha5º Moto Tchê e 4ª Niver Cachoeirinha MC
Dezembro4Garibaldi9º Procissão de Motoc. Gruta Araripe
Dezembro10TaquariNiver Açorianos
Dezembro10Farroupilha5º Aniversário Bandidas Moto Clube
Dezembro10 e 11Encruzilhada do Sul1º Encruzilhada Motoshow 
Dezembro9 a 11Santana do Livramento4º Moto Encontro da Fronteira da Paz
Dezembro17São Lourenço do Sul3º Festa dos Lobos
Dezembro16 a 18Salto do Jacuí6º Moto Acampamento
Dez./Jan.24/25NatalNatal
Dez./Jan.31 e 01Ano NovoAno Novo